Poeta Camilo Martins


22/01/2012


Spolium

 

Assim, em estrada tão tortuosa, como a minha própria vida,

Deparei-me com os olhos de Melissa... Nunca os havia visto

Fora de sua redoma iluminada... Cristais de um brilho intenso!

Na manjedoura de ouro que forma sua bela face por inteira...

 

Parei, pasmo, e ela nem reclamou a minha mão, ali, atrevida,

A segurar lhe o rosto em riste... Entre um meio sorriso misto...

E uma lágrima que rolava, pelo meu amor ingênuo e intenso!

Ah, Deus! Quanta saudade daquela inexorável cena derradeira...

 

Pude sentir no profundo da alma a traição do tempo e do espaço!

Reparando depois ao longe a sua silueta a desaparecer no infinito,

E eu a lamentar, choroso, o não aproveitar o amor que ela me deu...

 

Como fui tolo ao dispensar, seu carinho, seu beijo e o seu abraço!

Mesmo, muitas vezes, ouvi, distante, seus apelos de amor, em grito,

Como louco desdenhei... Até que um dia, aquele grande amor, morreu.

 

Poeta Camilo Martins

Aqui, hoje, 21.01.2012   

 

Escrito por Poeta Camilo Martins às 11h57
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18/01/2012


Jesus

 

Ele nunca foi coitadinho num berço de palha!

Nasceu poderoso, conforme previu a profecia.

O planeta inteiro tremeu e temeu, Ele só ouvia...

Não cresceu como criança comum, foi sem falha!

 

Veio com os dias contados! Mas não morreria bebê,

Tinha sim uma missão e planos já bem preparados,

Antes da fundação do mundo, mãos e pés furados!

Ele morreu mesmo, muito antes de na terra nascer.

 

Nem você, nem eu entendemos, pois é um mistério!

Pensamos como homens, mas Ele sempre foi Deus!

Meus caminhos, diz Ele, não são os caminhos seus.

 

Toda a humanidade deve seguir Seu doce magistério!

Jesus, o Emanuel, o Cristo! Deus na terra, entre nós!

Maravilhoso conselheiro, dos modernos Jós e Jacós.

 

Poeta Camilo Martins

Aqui, hoje, 18.01.2012

 

Escrito por Poeta Camilo Martins às 11h01
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30/12/2011


Smile forever...

 

De repente eu estava ali, olhando para aquela linda mulher...

Eu sorri, até, mesmo com o coração sangrando de tanta dor,

E sentindo o sal amargo da tristeza e nos lábios o vil sabor...

Flores pelo chão, pétalas ao redor e nem um sorriso sequer!

 

Olhei a indefinidamente, aproximei me, cheirando as rosas...

Feito um beija flor, uma a uma... Para sentir a essência, o fragor!

Na expectativa de que ela me olhasse e eu dissesse: Formosas!...

Pra puxar conversa! Mas, e se de repente despertasse um amor?...

 

Fixei meu olhar em seus olhos azuis, pareciam diamantes a brilhar...

E na turbulência dos meus pensamentos, Deus! De súbito gritei!

Incrédulo sob o impacto da cena... Esta é a mulher que eu amei!

 

Rosilda! O amor que despertou e me fez, ainda menino, desabrochar!

Sem mais a visão... Na beira da calçada a vender suas lindas flores...

Como sorrir para sempre, se foram assim, todos os meus amores?!...

 

Poeta Camilo Martins

Aqui, hoje, 29.12.2011

Escrito por Poeta Camilo Martins às 19h12
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25/12/2011


Não faz sentido...

 

Uma gata havia parido três gatinhos em cima do telhado da casa. O tempo passou e os filhotes foram crescendo. Dois eram cinza e um pretinho. Por algum motivo ela conseguiu tirar dois de cima do telhado, ficando um sozinho ali. Ele estava com fome, a mãe o havia abandonado e não voltaria nunca mais. Telhado quente, fome e sede o fizeram vagar de um lado para o outro, num miado infernal que dava pra se ouvir até nas nuvens!

Um bem te vi que por ali passava ouvindo o desespero do gatinho voou para perto a ver o que acontecia. Vendo a dificuldade do pobrezinho e sentindo a sua necessidade de um pulo foi até o chão e trouxe em seu bico um pedaço de pão que achara por ali.

Receoso não se aproximou para entregá-lo ao gatinho ao que vendo o bem ti vi, disse:

- Pode vir até aqui, estou muito fraco! Miauu, miauuu!!

- O bem te vi disse – bem que eu gostaria, mas és um gato e gatos caçam pássaros... Se eu for até você, de um pulo podes me abocanhar!

- Imagine, não tem sentido, por que eu faria isso, sendo que estás me ajudando, trazendo esse pedaço de pão para matar-me a fome?! Se eu não comer vou acabar morrendo... Não seria justo.

- Está bem, é verdade!  É razoável seu raciocínio. Já que é assim, creio que tens razão!

Nisso o bondoso bem te vi voou, aproximando-se do gatinho para entregar-lhe o pedaço de pão. E no instante em que pousou bem pertinho do bichano... De um salto o gatinho abocanhou-lhe pelo pescoço e começou a estrangulá-lo.

O bem te vi desesperado, tentando de todas as formas se desvencilhar dos afiados dentes do gatinho, gritou:

- Você disse que não fazia sentido e que não seria justo, que não faria isso?

- Pode até ser, falou de boca cheia o gatinho, mas não é questão de fazer sentido ou não, é a natureza, o instinto! O meu instinto é de caçar para me alimentar.

 

Lição: Nós temos duas naturezas, a carnal e a espiritual. A carnal quer seguir os instintos, de fazer o mal, bem próprio do ser humano, desde que entrou o pecado na terra. É o fazer a minha vontade. O santo apóstolo Paulo escrevendo sobre isso diz: “O bem que eu quero fazer eu não faço, o mal que eu não quero esse domina...” Claro que se eu alimentar essa natureza serei escravo sempre dos atos pecaminosos, portanto, sem salvação. Por sua vez, temos a natureza espiritual que segue a vontade de Deus. Essa natureza é contrária ao mundo, porque o próprio “evangelho para o mundo é loucura!” “Mas, onde abundou o pecado, superabundou a graça de Cristo Jesus”, portanto, é possível alimentar essa natureza e reservar assim a salvação eterna.

Escrito por Poeta Camilo Martins às 09h59
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13/12/2011


Psiu!!

 

O poeta não é fingidor,

Fingidor é o destino...

Que nos diz que o amor,

É puro sonho de menino!

 

Mente sobre as rosas...

Não conta do perfume,

É dele esse costume,

Diz em versos e prosas!

 

E quem ler ainda acredita,

Sente, chora, é só espinhos,

Acha que a vida é maldita...

 

É só beber amargos vinhos!

O poeta! Ah, o poeta não...

Sente na alma, no coração.

 

Poeta Camilo Martins

Aqui, hoje, 13.12.2011

Escrito por Poeta Camilo Martins às 07h23
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11/12/2011


Protegida

 

Olho te assim ternamente e torno a olhar te docemente,

Aqueço te em meu abraço e no teu abraço me aqueço!

Enxugo as lágrimas que te cai e a mim mesmo esqueço,

Vivo agora para me tornar teu pra sempre, eternamente!

 

Há muito mergulho em abismo profundo, fétido e escuro,

A única luz que me chegou foi a de uma estrela cadente,

Que bebeu do meu amargo vinho e lamentou meu futuro!

Depois se foi, deixando interrogações em minha mente...

 

Revoltei me, pois havia te colocado viva em pensamento,

E agora ali estás... Lentamente, apagando e desaparecendo!

Sem que ao menos eu pudesse expurgar este vil lamento...

 

Traiçoeiras traças... Em minha memória vão florescendo!

Tecendo teias de uma saudade que eu nunca imaginei ter,

Te fiz uma redoma, e tu ali protegida, pude teu sorriso ver!

 

Poeta Camilo Martins

Aqui, hoje, 10.12.2011

Escrito por Poeta Camilo Martins às 09h00
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03/12/2011


Logos

 

Não sei qual a razão dessa solidão que me invade,

Pobre alma em desalento, soluçando aos prantos!

Vai se pelas vielas da vida, lágrimas pelos cantos...

E ouço, Deus, os cantos de minha terra na saudade!

 

As festanças, os festejos, as tertúlias lá no Zé Vaniz...

E eu a paquerar as lindas meninas de minha cidade!

O tempo vai passando e eu com ele, é bem verdade,

Sigo rumo ao [des]conhecido... Sem nada do que fiz!

 

Hoje, só a dor me acompanha! Ainda em juventude...

Amei, amei até a exaustão! Pode ter sido uma virtude!

Mas, adianta amar, se mesmo assim caí no esquecimento,

 

E me aguarda sete palmos de terra, selados com cimento?!

Oh! Visão matinal dos meus dias azuis, estrelas do meu céu,

Socorrei-me, tendes piedade! Não me cubras com este véu.

 

Poeta Camilo Martins

Aqui, hoje, 03.12.2011

 

Escrito por Poeta Camilo Martins às 09h42
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27/11/2011


Rubervan Du Nascimento

Singela homenagem ao amigo Rubervan Maciel do Nascimento

 

Quando conheci esse poeta, eu era apenas um simples menino,

Mas já o admirava pelo brilhantismo com que se apresentava!

Nos encontrávamos sempre no mesmo templo, de belo ensino.

Ali, eu vi, que um grande Homero, do novo mundo despontava!

 

És de todos os Nascimentos o mais festejado, tocha acesa a iluminar,

Caminhos de solitários viajantes na “Profissão dos peixes” do mundo!

Com coragem de Orfeu, dissestes o que muitos não queriam elucubrar,

E nas tuas siderais visões, sepultastes a subliteratura em solo profundo!

 

Serás sempre o poeta que com maestria interpreta a intensidade da dor,

Com a cara pintada de Brasil e o peito aberto para o punhal da literatura,

No dia a dia das maresias e de mares maranhenses de poeta e prosador!

 

Nesse horizonte de amplidão imensurável é que voas e voarás, criatura!

Pois que haja preparada já a tua coroa de louros dada só aos vencedores,

Dos quais és tu Rubervan, o principal, neste verdadeiro desfile de valores!

 

Poeta Camilo Martins

Aqui, hoje, 25.11.2011  

Escrito por Poeta Camilo Martins às 13h59
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Telsírio Alencar

Singela homenagem ao amigo Telsirio Carvalho Lima de Alencar

 

De mesma idade, vaidade e temperamentos, eu e Telsírio!

Começamos a subir os degraus da poesia ainda meninos...

Ele com uma “burguesa” infernal, que era o seu mal delírio,

E eu declamando poesias que falavam de natal e de sinos!

 

Sempre foi vencedor esse poeta e de riqueza no detalhe,

De São Pedro do Piauí, abriu se essa janela para o universo!

Navega na poesia com perfeição onde sua canoa não encalhe,

Mergulha no “íntimo poema” , e como quem sonha, faz verso!

 

A estrada ainda é longa a percorrer, poeta amigo, e tem espinho!

Mas fazes poesias como quem pesca no rio Parnaíba... De anzol...

Tens a alma repleta de luzes da ribalta e muito mais que passarinho,

 

Voas para o infinito em busca da imortalidade em um lindo arrebol!

Vais, pois, assim nessa tua grande força de Golias da arte de escrever,

Pois certamente no coração de teu povo para sempre já estás a viver!

 

Poeta Camilo Martins

Aqui, hoje, 26.11.2011

Escrito por Poeta Camilo Martins às 13h55
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Zózimo Tavares

Singela homenagem ao amigo Zózimo Tavares Mendes

 

A vida sempre traz pessoas iluminadas a este planeta...

Para que as almas mais incultas e o desgraçado e pobre,

Possa ser alimentado com suas boas novas da caneta...

Do computador, e principalmente do coração tão nobre!

 

Assim é Zózimo ou Vida, pois só damos aquilo que temos,

Como os magos a visitar Jesus, assim veio ele, de Oriente...

A encher de presentes literários o nosso ser, e, recebemos,

Assim, a honra de ter entre nós, mortais, esse dom presente!

 

Que possas, grande Tucidides, do nosso pós moderno Piauí,

Ter sempre a ambição da verdade como meta, para ser fiel,

Ao tempo e a ti mesmo, marcando tua passagem por aqui!

 

E que nas páginas da vida do povo e no coração, o doce mel

De tua singular escrita seja absorvida assim intensamente,

E viajar viva pelo espaço sideral, do universo, eternamente!

 

Poeta Camilo Martins

Aqui, hoje, 26.11.2011

Escrito por Poeta Camilo Martins às 13h37
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Hardi Filho

Singela homenagem ao amigo Francisco Hardi Filho

 

Simplicidade se escreve com a maestria desse poeta,

Pois que nunca teve mesmo a grandeza como meta...

Na imensidão das letras profícuas deste eterno azul,

Num lindo céu de laboriosos pensamentos tão taful!

 

Quando olhei Hardi, vi pairando ao redor a mansidão,

Havia uma face terna que brilhava em meio a escuridão!

Seus escritos entrelaçados de magistrais e singelos tons,

Produzem uma verdadeira orquestra com todos os sons!

 

E satisfazem a alma, como um oasis, do mais sedento ser,

Em meio ao deserto abrasador, da fome e sede do saber...

És e serás sempre esse simplesnauta, homem do infinito!

 

Mesmo quando te fores, tua essencia ficará, és um imortal,

Jamais será uma vil pedra de mármore ou mesmo de granito...

Que fechará para tua grande alma neste mundo, um portal!

 

Poeta Camilo Martins

Aqui, hoje, 24.11.2011

Escrito por Poeta Camilo Martins às 13h35
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Adrião Neto

 Singela homenagem ao amigo Adrião José Neto

 

Orquestrador das letras em mágica sinfonia Beethoveana,

És mais que escritor e poeta no Piauí, de terras quentes!

Tens nas veias o sangue azul e a força da nação africana,

Em não deixar morrer ou livremente correr as vertentes!

 

Tua dedicação e laboriosidade serão lembradas no universo,

Que com pena de ouro tens escrito sempre o teu lindo verso!

Vens de Adrià, vens do espaço sideral, vens do infinito azul,

Para neste mundo iluminar almas necessitadas de norte a sul!

 

Viva Adrião Neto! Nas asas do tempo fez seu lugar no espaço,

E como águia voando livre segue a imortalidade a cada passo!

Com humildade sobe cada degrau nessa escadaria da literatura,

 

Que coroa todo aquele, como esse Hércules, que ama a criatura,

E com muito afinco valoriza o criador em qualquer fase ou idade!

Assim seja por toda a vida e o povo delire sempre de felicidade.

 

Poeta Camilo Martins

Aqui, hoje, 24.11.2011

Escrito por Poeta Camilo Martins às 13h28
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Elmar Carvalho

Singela homenagem ao amigo José Elmar de Mélo Carvalho

 

De doce semblante e pena indelével ao escrever poemas,

É esse poeta Elmar ou na raiz do nome, aquele que brilha!

És o Carvalho altaneiro das letras, em todos os lindos temas,

Ajuizando a literatura Piauiense e seguindo firme tua trilha!

 

Desde que te conheci há décadas, sempre fostes notável...

Tua sabedoria eu vi, já ultrapassava as fronteiras literárias!

Elogio te, como elogiaria Teseu, forte, sábio e indomável,

Das gregas histórias de minotauros, epicamente lendárias!

 

Que vivas para sempre, nos corações de quem ama, poeta!

E na prospecção interior do teu lóbulo frontal seja aberto

O portal na busca de mais sapiência para tua alma inquieta!

 

Esplendidos carvalhais das escritas nascerão de ti, é certo.

Pois o olho que a tudo vê e por nós vela a todo instante...

Quando nasceste logo disse: Criança... É poeta! Fascinante!

 

Poeta Camilo Martins

Aqui, hoje, 25.11.2011

Escrito por Poeta Camilo Martins às 13h26
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20/11/2011


O Silencio

 

Em qual espaço sideral te escondes, louca voz que não ouço?

Qual é o segredo de tua presença em força eterna e invisível?

Se me perguntassem o que mais odeio, diria: o silencio, moço...

Mas se a questão fosse, o que mais amo, o silencio, indiscutível!

 

Parece um paradoxo! Que resposta mais tola, dirias, certamente.

É que dizem que há virtude e sabedoria no silencio, não é verdade!

Pois que virtude há em um homem, condenado à morte livremente,

E numa sepultura, sem sombra, sem luz, às vezes em tenra idade?...

 

Não, mil vezes não! Clemência, tempo cruel!  É uma triste sentença!

Mas se o silencio for de uma brisa suave, ouvindo apenas a si mesmo,

E esse ouvir for de um poeta ao longe... Murmurando o que pensa...

 

Andaria eu devagar, até o infinito, assim, mãos no bolso... A esmo!

E descansaria no silencio, embalado pelo amor que lhe sai das veias,

E vem pelo vento, na essência imortal de quem terce amáveis teias...

 

Poeta Camilo Martins

Aqui, hoje, 19.11.2011 

Escrito por Poeta Camilo Martins às 17h28
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17/11/2011


Tobias Pinheiro

Singela homenagem ao amigo Tobias Pinheiro Filho

(Na foto é o que segura um livro) 

 

És, sei, do Brejo do Maranhão a mais aromática flor!

Evoco-te assim como os gregos evocavam a Apolo,

Queria eu ter nascido de tua nobre estirpe e o flavor,

De teus escritos, saboreado desde menino, no teu colo.

 

Monstro sagrado da literatura deste Brasil azul anil...

Que o tempo há de marcar em suas páginas valorosas,

Que o menino do bandolim, viveu, sofreu, mas sorriu!

E com felicidade de coração compôs sempre suas prosas.

 

Tempo covarde que não retrocede sequer um segundo...

Para sorver mais dessa fonte, da iluminação deste mito!

Viva Tobias Pinheiro! Lá do Brejo para irradiar o mundo!

 

Que no universo do teu verso seja pra sempre o teu grito,

Eternizado pelo espaço sideral que na vida o importante,

É sempre a paz, amor e a esperança, vividos cada instante!

 

Poeta Camilo Martins

Aqui, hoje, 13.11.2011

Escrito por Poeta Camilo Martins às 17h05
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